Balancei a cabeça lentamente. A verdade é que eu queria tanto
quanto ele. Queria sentir os lábios de Nando sobre os meus.
Fernando tirou delicadamente uma mecha que havia caído sobre o meu olho, segurou o meu rosto e me beijou. Um, dois, três selinhos. Até tomar intensidade. O movimento de nossas bocas era semelhante a uma dança. Eu devolvia o beijo com a mesma vontade e carinho que era entregue a mim. Foi quando, por um instante, meus joelhos vacilaram um pouco. Tinha certeza que poderia cair. Como se eu tivesse dito meu receio em voz alta, Fernando me segurou ainda mais firme em seus braços. O espaço de nossos corpos era inexistente. Começamos a sentir necessidade de nos afastar. Eu não queria isso, Nando tampouco. Mas era preciso recuperar o fôlego. Relutantes, cessamos o beijo.
Fernando escondeu seu rosto em meu pescoço. Sua respiração forte, quente... Ia de encontro a minha pele, causando-me um demorado e gostoso frisson. Acariciava os cabelos de Nando, enquanto sentia minha pulsação voltar ao normal.
– Fernando? – minha voz saiu sussurrada e rouca. – Olha para mim.
Ele levantou o rosto. Seus olhos azuis estavam ainda mais brilhantes.
– Eu te amo, eu te amo, Lucy! – revelou. – Brigar com você foi uma grande estupidez!
– Esquece isso.
– Beijar a Sofia foi um erro. E ela também concorda.
– Eu também beijei o Toni.
– Eu sei, eu sei. Mas...
– Nando...
– A Sofia e eu somos apenas amigos agora. Tem que ser assim, por uma simples razão: É você quem eu amo e quero. Quero tanto, tanto. Mas eu preciso saber uma coisa importante. – disse segurando meu rosto. – Preciso saber quais são os teus sentimentos por mim. Preciso saber se você também me ama. Pois não acho que retribuiu o beijo só pra não ser indelicada.
Eu ri. Fernando me olhava profundamente. Aguardava minha resposta. E eu não precisava de mais nada, estava pronta para dizê-la.
– Eu te amo, Nando. – sorri. – Eu te amo tanto, meu lindo! Eu quero você. Eu quero seu amor. – disse não segurando as minhas lágrimas. – Quero que seja meu namorado... E que não largue da minha mão nunca mais.
Fernando abriu um sorriso tão grande e lindo. Só pude imitá-lo.
E naquele momento onde nada mais precisava ser dito. Onde palavras não caberiam... Nossos lábios se encontraram outra vez. Num beijo ainda mais repleto de carinho que o primeiro.
Eu demorei um pouco até me dar conta disso. Mas agora não havia dúvida alguma. Eu estava no lugar certo e nos braços do garoto certo. Até as borboletas dançantes e agitadas em meu estômago sabiam... Eu o amava. Amava Fernando completamente.
Fernando tirou delicadamente uma mecha que havia caído sobre o meu olho, segurou o meu rosto e me beijou. Um, dois, três selinhos. Até tomar intensidade. O movimento de nossas bocas era semelhante a uma dança. Eu devolvia o beijo com a mesma vontade e carinho que era entregue a mim. Foi quando, por um instante, meus joelhos vacilaram um pouco. Tinha certeza que poderia cair. Como se eu tivesse dito meu receio em voz alta, Fernando me segurou ainda mais firme em seus braços. O espaço de nossos corpos era inexistente. Começamos a sentir necessidade de nos afastar. Eu não queria isso, Nando tampouco. Mas era preciso recuperar o fôlego. Relutantes, cessamos o beijo.
Fernando escondeu seu rosto em meu pescoço. Sua respiração forte, quente... Ia de encontro a minha pele, causando-me um demorado e gostoso frisson. Acariciava os cabelos de Nando, enquanto sentia minha pulsação voltar ao normal.
– Fernando? – minha voz saiu sussurrada e rouca. – Olha para mim.
Ele levantou o rosto. Seus olhos azuis estavam ainda mais brilhantes.
– Eu te amo, eu te amo, Lucy! – revelou. – Brigar com você foi uma grande estupidez!
– Esquece isso.
– Beijar a Sofia foi um erro. E ela também concorda.
– Eu também beijei o Toni.
– Eu sei, eu sei. Mas...
– Nando...
– A Sofia e eu somos apenas amigos agora. Tem que ser assim, por uma simples razão: É você quem eu amo e quero. Quero tanto, tanto. Mas eu preciso saber uma coisa importante. – disse segurando meu rosto. – Preciso saber quais são os teus sentimentos por mim. Preciso saber se você também me ama. Pois não acho que retribuiu o beijo só pra não ser indelicada.
Eu ri. Fernando me olhava profundamente. Aguardava minha resposta. E eu não precisava de mais nada, estava pronta para dizê-la.
– Eu te amo, Nando. – sorri. – Eu te amo tanto, meu lindo! Eu quero você. Eu quero seu amor. – disse não segurando as minhas lágrimas. – Quero que seja meu namorado... E que não largue da minha mão nunca mais.
Fernando abriu um sorriso tão grande e lindo. Só pude imitá-lo.
E naquele momento onde nada mais precisava ser dito. Onde palavras não caberiam... Nossos lábios se encontraram outra vez. Num beijo ainda mais repleto de carinho que o primeiro.
Eu demorei um pouco até me dar conta disso. Mas agora não havia dúvida alguma. Eu estava no lugar certo e nos braços do garoto certo. Até as borboletas dançantes e agitadas em meu estômago sabiam... Eu o amava. Amava Fernando completamente.
Finalmente o beijo aconteceu, gente!!! haha! Não foi por eu ter escrito, mas eu achei tão lindo e romântico! Acho que não poderia ter terminado esse conto de outro jeito, né? Mais uma vez eu digo: Foi incrível escrever Abreu's Rules! Fico bastante contente pela ideia ter vindo. Bom, espero que vocês gostem. Beijos! Paz!

















